Não são somente meros espaços de pesquisa oferecidos pela Academia Brasileira de Letras. Ao conhecer a Biblioteca Acadêmica Lúcio de Mendonça (BALM) e a Rodolfo Garcia (BRG), isso é compreendido logo de imediato.
Além do acesso ao universo de obras originais, coleções particulares de acadêmicos, títulos nacionais e internacionais, entre uma leitura e outra o visitante pode se deparar com imortais como Murilo Melo Filho [1], Evanildo Bechara [2], Alberto da Costa e Silva [3], Eduardo Portella [4] e Tarcísio Padilha [5], membros da comissão responsável pelas bibliotecas.
Ao pisar na BALM, o usuário volta ao passado nos 26 mil volumes disponíveis para consulta. Entre eles, as primeiras edições de algumas obras de Machado de Assis [6] e uma publicação de Dom Quixote, de 1608.
A sensação gostosa de nostalgia vinda do Petit Trianon, mistura-se à modernidade tecnológica da BRG, localizada no Palácio Austregésilo de Athayde. Quatro terminais de acesso ao acervo, internet, salas de consulta e individuais onde o público pode levar seus próprios livros ou laptop são uns dos serviços oferecidos.
A funcionabilidade das bibliotecas vem chamando a atenção de professores e alunos. Recentemente, a revista Nós da Escola, da Multirio, publicou uma matéria sobre as duas.
Saiba mais:
Leia a reportagem na íntegra [7]
25/6/2008
25/06/2008 - Atualizada em 24/06/2008Links
[1] http://855570.wynu.asia/%3Fsid%3D224
[2] http://855570.wynu.asia/%3Fsid%3D311
[3] http://855570.wynu.asia/%3Fsid%3D144
[4] http://855570.wynu.asia/%3Fsid%3D273
[5] http://855570.wynu.asia/%3Fsid%3D98
[6] http://855570.wynu.asia/%3Fsid%3D240
[7] http://www.academia.org.br/abl/media/Machado na Revista da Multirio.pdf